Review

REVIEW (THROWBACK!): VIXX – Chained Up

Fala ai meu povo, tudo certinho? Pois bem, eu espero que sim! Bem vindos a mais uma reviews throwback! onde eu pego álbuns meus mais antigos e faço uma review pra movimentar esse blog nem que seja um pouquinho. Como eu disse na semana passada, estou aguardando a boa vontade da RF de liberar meus álbuns do Dreamcatcher (hoje dois deles foram taxados e dois estão encaminhados pra RF), então mais uma vez eu estou trazendo álbum mais velho. O escolhido da vez, pra alguns que seguem o blog a mais tempo, vai levantar sobrancelhas.

Chained Up foi um dos primeiros que fiz review por aqui e, por mais que a review estivesse ok tinha dois problemas: muito antiga, eu ainda não tinha muita noção do que tava fazendo, além disso eu tinha somente uma das versões do álbum, sendo que depois eu acabei complementando com a outra. Enfim, peguem na minha mãozinha e vamos de Freeze, armor down nanananana~

Entre todas as músicas do VIXX, Chained Up deve ser a mais famosinha do grupo, principalmente pra quem tá de fora do fandom. A razão? Os senhores que já eram conhecidos pela maestria nos conceitos decidiram que seria uma ótima ideia fazer um conceito de BDSM, a música acabou bombando mas, principalmente, todo mundo comentava do bendito álbum porque ele vinha com um slave contract.

Sobre minha compra, faz tanto tempo que eu tenho o primeiro (Control ver.) que eu nem lembro, mas chuto que tenha sido por CEG com a lojinha Dona Môci, que era minha go to pra comprar álbuns na época. O segundo (Freedom ver.) eu chuto que tenha sido pelo catchopCD, porque eu lembro vagamente de já conhecer a loja na época e completar minha coleção do VIXX por ela (e sim, minha coleção do VIXX tá completinha, tenho até orgulho).

Enfim, vamos falar de especificações:

  • Duas versões: Control e Freedom;
  • Photobook: 76 páginas. Oito páginas aleatórias de 6 versões;
  • Contrato (versão Control): 1 aleatório de 6 versões;
  • Instruções (versão Freedom): 1 aleatório de 6 versões;
  • Photocards: diferentes para cada versão. 1 aleatório de 6 versões;
  • Tattoo Sticker;
  • Poster: 2 versões, somente para pré-venda.
Esquerda: versão Control. Direita: versão Freedom

Tracklist:

  1. Mistress (Intro)
  2. Chained Up
  3. Maze
  4. Stop It Girl
  5. Hot Enough
  6. Spider
  7. That You
  8. Heaven
  9. Now We
  10. Eternity
  11. Error
  12. Can’t Say
  13. Chained Up (instrumental)
  14. Chained Up (Chinese version)

*em negrito, minhas faixas favoritas

Bem, aqui temos duas versões mas, já que na packaging elas não são tão diferentes uma da outra, eu não vou fazer a separação que eu fiz em álbuns como a série do ReVe Festival. As considerações que eu fizer pra um, serve pro outro. E iniciando com elogios, Chained Up tem um dos meus estilos de package favoritos: a caixinha com imãs que deixam ela seladinha bonitinha (e sim, a SM é o tipo de demônio que faz esse mesmo tipo de package e não coloca imã, essa empresa me odeia mesmo).

É aquilo, fica tudo bonitinho no lugar devido, não tem muito perigo do CD de esculhambar em qualquer tipo de processo e o photobook fica num lugar do tamanho devido que com certeza vai evitar que esse se danifique. Meu único problema, na realidade, é que a minha versão Freedom veio com a lateral inferior de onde fica o photobook rasgada, mas nada que realmente me dê dor de cabeça no fim do dia.

Falando em photobook, eu já abro com um detalhe que eu gosto bastante das duas versões. E é detalhe mesmo ok, não faz diferença na vida de ninguém. A capa dos dois photobooks se complementam pra formar o simbolo do colocar que eles usam no clipe de Chained Up, e cada um em uma cor inversa. Eu acho uma adição legal mesmo que não faça diferença na vida de ninguém (tipo álbum que quando você junta as spines forma um desenho, inútil mas legal).

Photobook versão Control
Photobook versão Freedom

E é entrando no photobook em si que vem o maior problema desse álbum. A Jellyfish já tem minha antipatia total igual a SM, ai ela decide que full álbum tem que ter 76 páginas só e eu que tome no meu uc. Chega a ser engraçado, porque o Eau de VIXX (que inclusive eu fiz review alguns anos atrás) também é um full álbum, mas tem 100 páginas de photobook e mais alguns goodies. Pelo menos mostra que a Jelpi aprendeu com um dos erros, eu acho?

Tirando isso, eu gosto bastante do photoshoot de Chained Up, eu gosto bastante das duas versões mesmo que elas sejam muito simples em vários pontos (e olha que se eu não me engano VIXX já tava bem da grana nesse ponto). Porém temos mais um defeito que eu gostaria muito de encher a fuça de quem quer que pensou nisso de soco: as últimas 8 páginas do photobook são aleatórias. Eu sei, isso vai de gosto, mas acho que meter algo aleatório assim num photobook é meio ??????? Essas últimas 8 páginas são de um membro aleatório, no meu caso na versão Control eu peguei o N e na versão Freedom eu peguei o Ravi.

E agora, ao que todos estavam esperando:

Direita: versão Freedom Esquerda: versão Control

Pois bem, aos contratos. Na verdade a versão Freedom não tem um contrato de BDSM, mas sim um manual de instruções de como cuidar do membro aleatório que você pegou ali. É uma coisa super bobinha mas que meio que encaixa com a versão Freedom de alguma maneira. A jóia rara que todo mundo comenta está na versão Control.

E como vocês podem ver, o contrato em si não tem nada demais pra ter se tornado tão WOW na comunidade kpopper, mas acho que toda a parte disso ser um slave contract que vai perfeitamente de encontro com a proposta do VIXX nesse comeback ajuda bastante. E, querendo ou não, a coisa ficou super bem feitinha então… Pontos pra esse álbum pela inovação e por abraçar de verdade o conceito todo.

Pra finalizar, vamos falar das coisas aleatórias. Os contratos são de membros aleatórios, assim como os photocards, mas como eu disse cada versão tem o seu. Então contratos são diferentes e photocards são diferentes. Aqui vocês podem presenciar minha Ravi curse, porque o cara me persegue até o inferno se puder, isso nem é meme de toda a parte do VIXX no meu fichário ele pega metade.

NOTA FINAL DO ÁLBUM: 8,6/10

Uma nota um pouquinho mais alta, principalmente porque eu realmente gosto muito da packaging em formato de caixa e os goodies são ótimos. VIXX nesse álbum demonstrou muito bem a razão de tanta gente chamar eles de “reis dos conceitos”, eles pegam um conceito e se jogam de cabeça completamente.

Mas, minha reclamação principal vai para o fato que, pelo amor de deus, as empresas alguns anos atrás realmente achavam que 76 páginas de photobook em full era aceitável? Isso sem contar que eu DETESTO a ideia de photobook aleatório dentro de uma caixa. Chained Up é um ótimo álbum (mas não o melhor do grupo, convenhamos) e eu acho que merecia muito mais do que só isso de photobook pra um conceito que, em fotografia, poderia ter sido muito mais rico. O clipe de Chained Up é extremamente rico visualmente, Jellyfish o que aconteceu aqui?

Enfim, por aqui terminamos mais uma review throwback. Eu não vou abrir uma pool pra próxima vez porque eu realmente não tenho certeza do momento que meus álbuns do DC vão chegar e duas semanas é bastante tempo. Caso cheguem, em duas semanas teremos a reviews do álbuns do Dystopia: Lose Myself. Se não, eu dou meus pulos. Até lá!

Beijineos de luz~

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2 comentários em “REVIEW (THROWBACK!): VIXX – Chained Up

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