2020 · TOP FINAL DE ANO

As 50 melhores de 2020 – Parte 3

E cá estamos de novo com mais uma parte, de novo, do meu top50 desse ano. Chegamos agora a metade disso aqui e eu, como sempre não tenho lá muitos comentários a serem feitos sobre, então ao invés de ficar enchendo linguiça por aqui, adivinhem? Vamos direto ao assunto!

Relembrando que esse top é feito pura e simplesmente baseado no que eu mais escutei durante o ano, então só vai ter coisa que eu realmente gostei.

30º WOODZ – LOVE ME HARDER

O que dizer do Woodz com esse debut solo dele, não mesmo? Love Me Harder é aquele tipo de música que, como eu já disse, te pega só pelo assobio. Claro, não é só esse fator que faz com que ela abra o top 30 desse ano, mas sim que, pasmem, a música inteira não se esforçar pra pagar de oppa fodão nem de oppa fofinho, ela é aquele meio termo que funciona muito bem. Vocais muito bons e deliciosos de ouvir com instrumentais ritmados e interessantes, não só pelo assobio mas também por ele. Woodz não me impressionou muito com o comeback dele, mas pelo menos Love Me Harder é uma daquelas músicas que eu gosto de voltar muito, mas muito mesmo.

29º YUKIKA – SHADE

Bem, eu me amaldiçoo um pouco por ter conhecido Yukika somente esse ano, porque a bichinha lança umas músicas deliciosíssimas. Claro, isso vindo da rainhazinha do city pop não é lá muita novidade que ela teria músicas realmente BOAS. Desse álbum dela, que ela reciclou umas coisas mais antigas, eu realmente me apaixonei por Shade, que é uma faixa um pouco mais lenta e emocional do álbum, mas que não deixa de ser LINDA. Eu não sei o que rola com essa música, mas ela tem um fator replay tão enorme comigo e eu gosto TANTO de todos os efeitos do instrumental. Sei lá, ela meio que me joga num throwback estranho e meio triste que eu verdadeiramente amo.

28º ITZY – DON’T GIVE A WHAT

Itzy lançou MUITA coisa boa esse ano, mesmo que com dois minis (que sozinhos já tem muita, mas muita música). Eu tenho umas adoração ferrada por muita música delas, mas a minha b-side delas mais tocada e que eu mais amei e não sai do meu repeat é aquela que eu rasguei uma seda fodida desde que saiu. Sim, Don’t Give a What é aquela música que a galera que não curtiu Not Shy provavelmente olha e pensa “olha o potencial desperdiçado disso aqui mano” porque ela é escrita e cuspida uma título do grupo. Claro, ajuda o fator dela ser uma música divertida pra dois infernos, mas a bicha é maravilhosa e os “strike strike pose strike strike pose” me dão VIDA.

27º GFRIEND – APPLE

GFriend, como eu já disse lá no começo desse top, decidiu que esse ano ia entrar no seu carrinho e sair atropelando meio mundo mesmo com suas músicas e conceitos. Apple é o exemplo perfeito do que realmente pode funcionar daqui pra frente pro grupo, já que ela é bem diferente do que normalmente o grupo trazia a mesa (além de ter rendido o meme de filhas de bruxas pras bonitas). Da trilogia foi a que mais demorei a realmente gostar (precisei dar replay nela pra entender meu sentimentos sobre umas boas vezes) e pode não ser a 100% favorita mas ela está ali junto com o resto da trilogia em ser uma ótima título para o grupo se explorar musicalmente.

26º RED VELVET IRENE & SEULGI – MONSTER

É, Red Velvet aparece por aqui mesmo comigo ainda sentindo coisas muito variadas contanto a Irene e o escândalo que ela resolveu se meter (e que eu não vou me dar ao trabalho de justificar). Mas mesmo com certo urgh, eu ainda gosto muito de Monster e ela vai aparecer por aqui sim, porque a SM acertou redondinho nisso aqui. É um EDM poderoso mas nada exagerado com toques levemente virados ao terror e um clipe lindíssimo e cheio de lesbiquice que eu super aprovo. Tudo nesse lançamento é ótimo e coeso, desde a própria música que eu adoro, as fotos e até mesmo MV. Uma pena ela ter tomado esse sombreamento por minha parte por conta de… É.

25º KD/A – MORE

Outra surpresa um tanto agradável esse ano foi a volta do KD/A, graças a boa vontade da Riot em conseguir uma graninha safada em cima do grupo. More é uma ótima música pra início de conversa, sendo daquelas com batidão que alguns grupos tentam entregar mas simplesmente não conseguem por falta de direcionamento adequado da música. Os vocais estão ótimos, os raps da Soyeon estão maravilhosos e até os trechos em chines dão uma boa elevada na música. Me pergunto agora quanto tempo a Riot demora pra trazer elas de volta, mesmo sabendo que a grana é alta quando aposta no grupo de idols quase vocaloid deles.

24º DREAMCATCHER – BREAK THE WALL

Não é novidade pra ninguém que Dreamcatcher vai aparecer por mais umas trocentas vezes, ainda mais que esse ano eu basicamente escutei as mesmas onze músicas só que em ordem diferente. Também não é lá muita novidade que elas sempre aparecem muitas, mas muitas, vezes nos meus tops porque sim, cabou. Enfim, Break The Wall foi uma b-side desse último mini das meninas que me pegou pela mão e disse “ei se lembra quando você era emo pra caralho e escutava MCR e Evanescence? Pois bem, eu sou o fantasma deles te assombrando” e talvez essa seja a razão pra eu gostar tanto dessa música, o fator nostalgia dela (além do fator Dreamcatcher, mas de novo, vamos fingir que esse nem existe).

23º EVERGLOW – LA DI DA

Outra música que nem devia surpreender ninguém por aparecer por aqui só pelo tanto de seda que eu rasguei por esse comeback do Everglow. La Di Da é a música da carreira do grupo, eu digo e repito, ainda mais depois de escutar tanto essa música e não conseguir enjoar dela DE JEITO NENHUM. É aquilo, botou um retrôzinho safado na música já me comprou na velocidade da luz e esse grupo dos infernos conseguiu essa incrível proeza. A vibe toda da música faz com que ela seja a minha favorita do grupo de longe e, pelo amor de deus, que elas tragam mais um troço desse assim que possível.

22º WJSN – PANTOMIME

Vocês estavam ai achando que WJSN não daria as caras por aqui, né seus safados? Pois bem, cá elas estão com suas músicas mágicas, principalmente com essa maravilha de produção que é Pantomime. Acho que ela foi outra que eu sai rasgando uma seda absurda logo quando Butterfly saiu (e olha que eu amo aquela título eim?) mas essa b-side é meu tudinho, meu mundinho sabe? Escutar Pantomime é como ir em uma viagem mágica, onde você vai passando por cada momento dela e sentindo as emoções com as trocas de chave da música. Ela é perfeita, te pega desprevenido em diversos momentos e é isso que faz com que Pantomime seja uma obra de A R T E.

21º YOOA – ABRACADABRA

YooA entenda, tem uma razão pra você ser minha bias no OMG, e não só porque você é linda demais, mas DEUS que voz deliciosa de ouvir, que dançarina incrível e QUE MÚSICA É ABRACADABRA. Num geral, eu adorei o Bon Voyage por inteiro, é um mini de debut solo incrível e acho que a WM fez uma jogada incrível colocando ela como a primeira solista do OMG. E mesmo amando o álbum, Abracadabra vai ser a única a dar as caras por aqui por simplesmente ser aquela música pra qual eu volto sem nem pensar duas vezes por ser pura e simplesmente incrível, com um instrumental maravilhoso e a direção vocal que… Ah, eu nem sei explicar, na paz.

E aqui fechamos a parte 3 comigo rasgando seda pra músicas que eu já rasguei uma seda absurda para. Eu nem sei mais como não me repetir nessa brincadeira aqui. Enfim, estamos quase chegando no final, amanhã sai o top 20. E aí, quais as apostas?

Até amanhã!

Beijineos de luz~

2 comentários em “As 50 melhores de 2020 – Parte 3

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s